Jorge Cordeiro é vascaíno. É vascaíno e trocou o Rio por São Paulo. É um cara difícil de defender suas opções pessoais. Foi aluno do Colégio Pedro II e meu contemporâneo. Conheceu o que era a estratégia da esquerda socialista da época de retomar o Grêmio, fechado desde a ditadura, provocando eleições. Tancredo estava vivo. Ulisses, em plena forma. O debate estava ali, Jorge e seus correligionários do Partido Liberal (Alvaro Valle, Moreira Franco, Sandra Cavalcante e Mary Help, professora de inglês e que dava cursos de liderança). Ele diz que a história é diferente mas suas alianças com o poder instituido são indefensáveis... Vamos ver o que ele escreve sobre seu passado no CPII.
Apesar de tudo o Jorge mantém um dos mais divertidos e inteligentes blogs, o
Escriba, vale a leitura.
Par Paulo Lima
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O Hugo tirou 9,5 em física. Vai chover no fim de semana. Fomos jantar no Azumi, afinal... 9,5. Na volta de bobeira e tv. Apareceu um cara parecido com o Maguila no Jô. Era o Carnal, PM em São Paulo e líder da
Banda Carnal Desire. Muito bom, o cara conseguiu falar e foi divertidíssimo, apesar do Jô. Seguimos de bobeira, depois de rir muito e veio o
Sergio Amadeu. Que maré, ele foi ao Jô defender o software livre. O Jô, que aí aparece uniformizado, detonou tudo, desqualificou o debate e simplificou a idéia ao embate do livre x grátis. Uma lástima. O movimento do software livre reagiu
mal mas tem que entender a furada, que podia ser um golaço, que o Serginho entrou.
Par Paulo Lima
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Publié dans : Política
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Trabalho ouvindo música, vendo tv senado, câmara ou justiça ou notícia, as vezes tudo ao mesmo tempo. Pode parecer estranho. Durmo ouvindo rádio. Passo o dia entre sons. Preciso disso. Agora rádio/música por Internet chegou num patamar mais sofisticado. Os serviços aprendem com o que você gosta de ouvir e são interessantes a ponto de você poder conhecer a programação de outras pessoas e tal. Eu estava gostando muito do
Last.fm, bonitinho, bom pra colocar no blog. Mas,
Macaquito, meu companheiro de trabalho, que também tem esse problema de só se concentrar com música (creio eu, nunca falamos sobre o tema pois é um cara muito reservado e de pouco amigos), propagandeou o
Pandora. A Elis Monteiro também escreveu alguma coisa no Globo informática. Por enquanto tá 7 x 0 do Pandora. Melhor "acervo", menor consumo de banda, mais "inteligência" na compreensão do que eu quero escutar. Taí, menos um problema ... Até Pixinguinha para alegrar uma tarde meio sem graça.
Par Paulo Lima
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Sou um homem pouco apegado às coisas materiais. Especialmente às que me pertencem. Mas hoje há um vazio em minh'alma. Ele partiu. Companheiro, desde 9 de abril passado, ainda do corrente ano, vinha me acompanhando em momentos difíceis, mudanças e transições inesperadas com a surpresa de sua notável companhia, sempre acalentadora. Mas ele se foi.
Não sei como descrevê-lo. Talvez fizesse anotações como a sensação de que ele veio de uma das margens do rio Douro, possivelmente entre o Pinhão e São João da Pesqueira. É um Tawny com cerca de 7 anos, resultante da cuidadosa selecão e lotação de vinhos longamente envelhecidos, representando um tributo ao espírito e paixão dos homens Burmester pelo desporto e pela natureza. De forte caráter e ligeira complexidade, apresenta-se redondo e doce, com um leve picante a especiarias, revelando-se um ideal companheiro de frutos secos.
Eu não gosto de frutos secos nem ligo para a ausência deles. Este ex-amigo, se foi. E a vida é assim, é preciso aprender com o fim. O fim sempre pode ser o recomeço e o
Saliel, num dia bom, poderá me convencer a comprar outro, uma vez que ele é que me deu o amigo, hoje falecido, em meu aniversário.
Par Paulo Lima
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Não satisfeito com o seu blog oficial, o bem cuidado
A Rede, o Dalba, resolveu criar outro, onde o verdadeiro Dalba pode ser
lido. Destaca-se a empolgante história do sofá da sala. Com momentos de grande emoção vive-se a sensação de estar naquele sofá desengonçado e desconfortável. Mas a dúvida que fica no ar é se o sofá é ou não arrendado?
Par Paulo Lima
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Publié dans : Nada
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Um sujeito previsível. Chove, procuro livros. O do Rabino acabou e, em grande estilo. Preguiçoso, fui no mesmo lugar de sempre, de sempre de 7 semanas. 7 semanas já é um sempre. O
Baratos da Ribeiro. Tomado pela anomalia incontida de encontrar as mesmas coisas ou mesmos símbolos, divirto-me. É preciso agir discretamente, mas com títulos como Paulo, o ardente (Paolo, il caldo, do Vitaliano Brancatti, o mesmo cara do Belo Antonio), fica difícil. Não comprei. Encontrei outro Montálban! O fim de semana está salvo.
Roldán, ni vivo ni muerto, 10 conto. 56 conto na livraria cultura. Encontrei um Pindorama, do grupo Pau Brasil, coisa de 1986, uma beleza. Sei que os editores do "
Um dia a menos" quererão. E ainda um presente que irá mudar a vida de um
amigo.
Par Paulo Lima
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Publié dans : Arte
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Vendredi 29 septembre 2006
E aí? O que você acha? É preciso chamar a atenção sobre generalização promovida pela imprensa de que as ONGs estariam a serviço de projetos partidários e que são veículos da corrupção. Sua opinião é bem vinda. O texto na integra está na
Rets.
Par Paulo Lima
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Publié dans : Política
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